Em um mundo cada vez mais moldado pela inteligência artificial, saber usar ferramentas de IA pode valer mais do que dominar linguagens de programação.
Foi o que afirmou Sam Altman, CEO da OpenAI, em uma entrevista recente. Segundo ele, enquanto o código era a habilidade essencial para quem queria entrar na tecnologia, hoje o grande diferencial está em aproveitar o potencial da inteligência artificial de forma estratégica.
Durante a conversa com o analista Ben Thompson, Altman destacou que os algoritmos de IA já estão revolucionando o trabalho de programadores em grandes empresas – em alguns casos, automatizando mais de 50% das tarefas.
O próximo passo, segundo ele, será a ascensão do agentic coding, em que agentes de IA poderão desenvolver e implementar soluções de software de forma autônoma. Apesar de ainda não ser uma realidade consolidada, essa pode ser a próxima grande revolução no desenvolvimento de programas.
A visão de Altman é compartilhada por outros líderes do setor. Dario Amodei, CEO da Anthropic, prevê que, em apenas um ano, a IA será capaz de escrever quase todo o código que os engenheiros produzem hoje.
Já Mark Zuckerberg, da Meta, revelou que sua empresa está trabalhando em um sistema que fará a maior parte da programação de seus produtos. O recado é claro: o foco está mudando da escrita manual de linhas de código para a habilidade de guiar a IA com comandos precisos.
A mensagem é clara: o futuro da tecnologia não está apenas em programar, mas em saber orquestrar a inteligência artificial. Para quem quer se destacar na área, a dica é investir em entender como essas ferramentas funcionam e como extrair o melhor delas.
Afinal, em um mercado em transformação, adaptar-se rápido pode fazer toda a diferença. Fique de olho – a revolução da IA só está começando!



