Jogadores que cometem crimes de guerra deveriam sofrer ‘consequências virtuais’, diz Cruz Vermelha

Renê Fraga
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O Comitê Internacional da Cruz Vermelha disse que tem um desejo de colaborar com desenvolvedores de jogos de vídeo-game para mostrar as conseqüências das ações de um jogador caso ele se envolva em atos de tortura virtual, danos a civis, ataques contra o pessoal médico ou qualquer outra coisa coberta pela convenção de Genebra.

“Os cenários dos jogos não devem recompensar os jogadores por ações que na vida real seriam consideradas crimes de guerra” Por outro lado, o CICV diz que jogadores que “respeitam o direito dos conflitos armados” deve ser recompensado.

Arma II, da desenvolvedora Bohemia Interactive, é o primeiro jogo a para prometer seu apoio à iniciativa do CICV. Arma – atualmente em sua terceira versão – é detalhado o suficiente para ser usado para fins de treinamento por muitos dos exércitos permanentes do mundo.

No vídeo abaixo, o CEO Marek Spanel da Bohemia descreve como Arma III lida com a violação do direito de conflitos, dizendo que “se você [amistososamente promove ataque a civis] com as tropas aliadas ao redor, eles vão atacá-lo”.

O CICV diz que concentra seu desejo estritamente aos jogos que “simulam situações de guerra real”.

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Renê Fraga é fundador do Novidad.es e editor-chefe do Eurisko. Atua há mais de 20 anos com projetos digitais e produção de conteúdo, acompanhando de perto tendências em tecnologia, cultura pop, games, inovação, mobilidade e experiências gastronômicas. No Novidad.es, conecta leitores às novidades que moldam o cotidiano moderno.
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