Preguiça é um sinal de inteligência, diz pequisa

Renê Fraga
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Um novo estudo na Flórida sugeriu que as pessoas preguiçosas podem ser mais inteligentes que aqueles que estão sempre ativos.

A pesquisa, que foi conduzida por Todd McElroy e sua equipe da Universidade Florida Gulf Coast, determinou que as pessoas com um QI alto são menos propensas a ficar entediadas e como resultado passam uma maior percentagem do seu tempo imerso em pensamentos.

Pessoas com uma menor QI em contraste ficam aborrecidas com mais frequência e passam mais tempo sendo ativas.

Os pesquisadores avaliaram um total de 60 alunos para descobrir quais deles expressaram um forte desejo de gastar muito tempo pensando e quais deles preferiram evitar tarefas mentais.

Em seguida, todos foram levados para um equipamento fitness para ver qual grupo tinha mais atividade física.

“Um fator importante que pode ajudar os indivíduos mais pensantes a combater seu baixo nível de atividades físicas é a percepção”, disse o sr. McElroy.

“Percepção de sua tendência a ser menos ativo, ligada à percepção do custo associado com o sedentarismo. As pessoas mais pensantes devem, então, escolher se tornar mais ativas durante o dia”.

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Renê Fraga é fundador do Novidad.es e editor-chefe do Eurisko. Atua há mais de 20 anos com projetos digitais e produção de conteúdo, acompanhando de perto tendências em tecnologia, cultura pop, games, inovação, mobilidade e experiências gastronômicas. No Novidad.es, conecta leitores às novidades que moldam o cotidiano moderno.
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